quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Unwritten


"Não tenho definição
Não se pode ler minha mente
Sou indefinida
Estou apenas começando
A caneta está em minha mão,
o fim não está planejado

Olhando a página em branco a sua frente
Abra a janela suja
Deixe o sol iluminar as palavras que você não encontrou
Buscando algo à distância
Tão perto que você quase sente o gosto
Liberte suas inibições
Sinta a chuva na sua pele

Ninguém mais pode sentir isso por você
Apenas você pode se permitir
Ninguém mais, ninguém mais
pode dizer as palavras por você
Se banhe nas palavras não ditas
Viva sua vida com os braços abertos
É hoje que seu livro começa
O resto continua por ser escrito

Eu quebro a tradição
Às vezes minhas tentativas
passam do limite
Fomos condicionados a não cometer erros
Mas eu não posso viver assim

Olhando a página em branco a sua frente
Abra a janela suja
Deixe o sol iluminar
as palavras que você não encontrou
Buscando algo à distância
Tão perto que você quase sente o gosto
Liberte suas emoções
Sinta a chuva na sua pele

Ninguém mais pode sentir isso por você
Só você pode se permitir
Ninguém mais, ninguém mais
pode dizer as palavras por você
Se banhe nas palavras não ditas
Viva sua vida com os braços abertos
É hoje que seu livro começa
O resto continua por ser escrito

Liberte suas inibições
Sinta a chuva na sua pele!

Ninguém mais pode sentir isso por você
Só você pode se permitir
Ninguém mais, ninguém mais
pode dizer as palavras por você
Se banhe nas palavras não ditas
Viva sua vida com os braços abertos
É hoje que seu livro começa
O resto continua por ser escrito

O resto continua por ser escrito."

Natasha Bedingfield

Soneto de Fidelidade


"Te tudo ao meu amor serei atento.
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto,
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quam sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive)
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure."

Vinícius de Moraes